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terça-feira, 5 de julho de 2016
cajuína
sabor do que ainda seremos
num janeiro ardendo ao sol
a caminhar na areia branca
e os frutos a pender do céu
seu suor mais um passo
assim aprendendo a ser
e o que é distante se turva
pra além do horizonte azul
tuluca
São Paulo, 3 de julho de 2016
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domingo, 4 de novembro de 2012
último momento
sábado, 11 de agosto de 2012
O Zé que a Camila viu

O Zé não esteve
assim como a dor dos perdidos
o sorriso manco dos errados
indiferente ao burburinho
sumiu quem nunca apareceu
sobra a doce escrita
d'alguém inundada de vida
enamorada da existência
tuluca
São Paulo, 11 de agosto de 2012
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[Poema pra Camila Chiquetto, que tem essa coisa amorosa de gostar da existência]
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poema ligeiro
domingo, 27 de novembro de 2011
areias da cidade
sábado, 10 de setembro de 2011
pérfido
terça-feira, 8 de março de 2011
falando ao Yan

O amor vazio será apenas lembrança de um amor perdido?
Perdido você me pergunta?
Lembranças são do passado e um amor é vivo sempre, enquanto amor existir.
Perdido não, apenas vazio, não correspondido, não vivenciado. Assim como uma semente prestes a germinar, que sem a água vivificante encrua a espera de ser flor.
Quando da descoberta dum amor interno, constrói-se uma casa cheia de janelas, toda aberta à luz e arejada para a pessoa desse amor entrar. Com a ausência do par, a casa fica assim sombria, desbotada, com as janelas fechadas, porém construída (amada). Na espera, de que talvez um dia, por um acaso do descaso, a porta se abra e ela entre. Então como um louco, tolo, bobo e pueril você novamente mergulhará em seu decote até sentir-se imenso, eterno.
Ainda, como bem diz a Buterfly: Viver um amor é tão bom, que quase não importa quanto ruim seja.
PAZ
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